quarta-feira, 12 de maio de 2010

CONCURSO PMRJ 2013 - DIREITOS HUMANOS



O que são Direitos Humanos Direitos Humanos?

Noções e Significados


A expressão “direitos humanos” é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Sem esses direitos a pessoa não consegue existir ou não é capaz de se desenvolver e de participar plenamente da vida. Todos seres humanos devem ter assegurados, desde o nascimento, as condições mínimas necessárias para se tornarem úteis à humanidade, como também devem ter a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode proporcionar. È a esse conjunto que se dá o nome de direitos humanos.

Assim os direitos humanos correspondem a necessidades essenciais da pessoa humana, para que a pessoa possa viver com dignidade, pois a vida é um direito humano fundamental. E para preservar a vida todos tem que ter direito a alimentação, a saúde, a moradia, a educação, e tantas outras coisas.
Pessoas com Valor Igual, mas Indivíduos e Culturas Diferentes
Uma pessoa não vale mais do que a outra, uma não vale menos do que a outra e sabemos que todas devem ter o direito de satisfazer aquelas necessidades.
Um ponto deve ficar claro desde logo: a afirmação da igualdade de seres humanos não quer dizer igualdade física nem intelectual ou psicológica. Cada pessoa humana tem sua individualidade, sua personalidade, seu modo próprio de ver de sentir as coisas. Assim, também, os grupos sociais têm sua cultura própria, que é resultado de condições naturais e sociais.


Direitos humanos: faculdade de Pessoas livres


Todas pessoas nascem essencialmente iguais e, portanto, com direitos iguais. Mas ao mesmo tempo que nascem iguais todas as pessoas nascem livres. Essa liberdade está dentro delas, em sua inteligência e consciência. É evidente que todos os seres humanos acabarão sofrendo as influências da educação que receberem e do meio social em que viverem, mas isso não elimina sua liberdade essencial.
Uma conseqüência disso é que não podemos obrigar um pessoa a usar de todos os seus direitos, pois é preciso respeitar a liberdade, que também é um direito fundamental da pessoa humana. Mas é indispensável que todos tenham, concretamente, a mesma possibilidade de gozar dos direitos fundamentais. Por esse motivo dizemos que gozar de um direito é uma faculdade da pessoa humana, não uma obrigação.
Assim, pois, é preciso ter sempre em conta que todas as pessoas nascem com os mesmos direitos fundamentais.
Não importa se a pessoa é homem ou mulher, não importa onde a pessoa nasceu nem a cor de sua pele, não importa se a pessoa é rica ou pobre, como também não são importante o nome de família, a profissão, a preferência política ou a crença religiosa. Os direitos humanos fundamentais são os mesmos para todos os seres humanos Direitos Humanos, Dignidade da Pessoa e Solidariedade.

Para os seres humanos não pode haver coisa mais valiosa do que a pessoa humana. Essa pessoa, por suas características naturais, por ser dotada de inteligência, consciência e vontade, por ser mais do que uma simples porção de matéria, tem uma dignidade que a coloca acima de todas as coisas da natureza. Mesmo teorias chamadas materialistas, que não querem reconhecer a espiritualidade da pessoa humana, sempre foram forçadas a reconhecer que existe em todos os seres humanos uma parte não-material. Existe uma dignidade inerente à condição humana, e a preservação dessa dignidade faz parte dos direitos humanos.
O respeito pela dignidade da pessoa humana deve existir sempre, em todos os lugares e de maneira igual para todos.
No ano de 1948 a Organização da Nações Unidas (ONU) aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz em seu artigo primeiro que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Além disso, segundo a Declaração, todos devem agir, em relação uns aos outros, “com espírito de fraternidade”. A pessoa consciente do que é, e do que os outros são, a pessoa que usa sua inteligência para perceber a realidade, sabe que não teria nascido e sobrevivido sem o amparo e a ajuda de muitos.


2 Direitos e Deveres da Cidadania Cidadão, Cidadania e Integração Social


A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado está ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade do grupo social. Por extensão, a cidadania pode designar o conjunto das pessoas que gozam daqueles direitos. Assim, por exemplo, pode-se dizer que todo brasileiro no exercício de sua cidadania, tem o direito de influir sobre as decisões do governo. Mas também se pode aplicar isso ao conjunto dos brasileiros, dizendo-se que a cidadania brasileira exige que seja respeitado seu direito de influir nas decisões do governo. Neste caso se entende que a exigência não é de um cidadão, mas do conjunto de cidadãos.


Cidadania: Participação na Vida Pública


Foi a partir da concepção romana que se adotou o conceito de cidadania, na França do século dezoito. E foi também a partir da França que se introduziu nas legislações modernas a diferenciação entre cidadania e cidadania ativa.
A cidadania, que no século dezoito teve sentido político, ligando-se ao principio da igualdade de todos, passou a expressar uma situação jurídica, indicando um conjunto de direitos e de deveres jurídicos. Na terminologia atual, cidadania é o individuo vinculado à ordem jurídica de um estado. Essa vinculação pode ser determinada pelo local do nascimento ou pela descendência, bem como por outros fatores, dependendo da leis de cada Estado.
É importante assinalar que os direitos da cidadania são, ao mesmo tempo, deveres. Pode parecer estranho dizer que uma pessoa tem o dever de exercer seus direitos, porque isso dá a impressão de que tais direitos são convertidos em obrigações. Mas a natureza associativa da pessoa humana, a solidariedade natural característica da humanidade, a fraqueza dos indivíduos isolados quando devem enfrentar o Estado ou grupos sociais poderosos são fatores que tornam necessária a participação de todos nas atividades sociais.


A cidadania no Brasil


A Constituição brasileira de 1988 assegura aos cidadãos brasileiros os direitos já tradicionalmente reconhecidos, como direitos de votar para escolher representantes no Legislativo e Executivo e o direito de se candidatar para esses cargos. Não ficou, porém, apenas nisso sendo importante assinalar que essa Constituição ampliou bastante os direitos da cidadania. Como inovação, foi dado ao cidadão o direito de apresentar projetos de lei, por meio de iniciativa popular, tanto ao Legislativo federal quanto às Assembléias Legislativas dos estados e às Câmaras municipais.
A par disso, a Constituição prevê a participação obrigatória de representantes da comunidade em órgãos de consulta e decisão sobre os direitos da criança e do adolescente, bem como na área da educação e da saúde. Essa participação configura o exercício de direitos da cidadania e é muito importante para a democratização da sociedade.


domingo, 2 de maio de 2010

CONCURSO PMRJ 2013 - INFORMÁTICA

Concorrente gratuito do Windows, o sistema operacional Linux é assunto recorrente em provas de informática. E não se trata de um modismo. União, estados e municípios estão investindo em Linux para reduzir os gastos com softwares pagos. Segundo levantamento do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), o governo federal gasta cerca de R$ 80 milhões por ano com royalties na área de informática. Linux é software livre, ou seja, a utilização do sistema por pessoa física ou jurídica não implica na aquisição de uma licença.
Outro aspecto interessante é que todo software livre pode ser modificado para atender demandas específicas. E isso também pode ser de forma gratuita e sem violar os direitos autorais do desenvolvedor. Isso dá mais liberdade para o Estado, que não fica refém de um punhado de fornecedores. Essa característica também permite redução das despesas com compra de equipamentos. Versões modificadas do sistema Linux permitem sobrevida a computadores que seriam considerados obsoletos segundo os padrões exigidos pelo Windows, da Microsoft.
Linux e Windows são sistemas operacionais. Embora ambos tenham o mesmo objetivo, que é dar funcionalidade ao computador, existem muitas diferenças conceituais entre os dois ambientes. No Windows, as unidades de disco (CD-ROM, DVD-ROM, pen drives, drive de disquete e disco rígido) são representadas por letras (C:, A:, F:). No Linux só há pastas. O Windows, um arquivo nomeado como casa.txt é o mesmo que CASA.txt. No Linux arvore.doc e ARVORE.doc podem significar coisas diferentes.
Se você achou tudo isso muito estranho, é melhor estudar. Mas há um lado bom nisso – um dos livros que costumam aparecer em editais de concurso público como referência para as questões que envolvem Linux e software livre está disponível gratuitamente na internet.
ATALHO PARA DOWNLOAD
Guia rápido mostrando como Linux funciona. Apresenta os aplicativos e principais recursos do sistema, ajuda a entender a enorme variedade de distribuições disponíveis.
Autor: Carlos E. Morimoto304 páginasEditora: GDH Press e Sul EditoresLançado em: Janeiro de 2006

sábado, 1 de maio de 2010

1° DE MAIO DIA DO TRABALHADOR


"Só o trabalho constrói. Todo o conforto de que a humanidade goza hoje em dia é fruto do trabalho de muitas pessoas, através de várias gerações.Todo trabalho honesto dignifica, por mais humilde que seja. Quem faz do trabalho o seu maior prazer da vida, vê que só tem a lucrar, pois além de manter-se com orgulho e honestidade, não tem vontade nem tempo para a ociosidade, que quase sempre leva a maus hábitos".
O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.Todas as pessoas, cada uma na sua profissão, são igualmente necessárias. A comunidade depende tanto de engenheiros e médicos quanto de pedreiros, padeiros e agricultores.

No dia 1 de maio de 1886, em Chicago, grevistas entraram em choque com a polícia. Explodiu uma bomba e morreram quatro operários e sete policiais. Alguns líderes grevistas foram presos e executados no ano seguinte. Em junho de 1889, os socialistas reunidos em Paris, para fundar a II Internacional, aprovaram a resolução de consagrar o dia 1 de maio de todos os anos, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, em memória das vítimas de Chicago. A iniciativa se propagou lentamente, a princípio encontrando resistência das autoridades, que perseguiam politicamente os manifestantes, mas aos poucos se consolidou. Hoje, sob a designação de DIA DO TRABALHO, são feitas comemorações em quase todos os países do mundo, com pequenas variantes quanto à data. O DIA DO TRABALHO, porém, só foi institucionalizado com o Estado Nôvo, em 1938, e declarado feriado nacional pelo governo do marechal Eurico Gaspar Dutra, com a Lei n. 662, de 6 de abril de 1949.
Nada mais justo do que lembrar nesse dia de todos aqueles que com seu trabalho constroem algo de bom para a Pátria e para a Humanidade.

UM HISTÓRICO DO MST


O Brasil vivia uma conjuntura de duras lutas pela abertura política, pelo fim da ditadura e de mobilizações operárias nas cidades. Como parte desse contexto, entre 20 e 22 de janeiro de 1984, foi realizado o 1º Encontro Nacional dos Sem Terra, em Cascavel, no Paraná. Ou seja, o Movimento não tem um dia de fundação, mas essa reunião marca o ponto de partida da sua construção.
A atividade reuniu 80 trabalhadores rurais que ajudavam a organizar ocupações de terra em 12 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Bahia, Pará, Goiás, Rondônia, Acre e Roraima, além de representantes da Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária), da CUT (Central Única dos Trabalhadores), do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) e da Pastoral Operária de São Paulo.
Os participantes concluíram que a ocupação de terra era uma ferramenta fundamental e legítima das trabalhadoras e trabalhadores rurais em luta pela democratização da terra. A partir desse encontro, os trabalhadores rurais saíram com a tarefa de construir um movimento orgânico, a nível nacional. Os objetivos foram definidos: a luta pela terra, a luta pela Reforma Agrária e um novo modelo agrícola, e a luta por transformações na estrutura da sociedade brasileira e um projeto de desenvolvimento nacional com justiça social.
Em 1985, em meio ao clima da campanha "Diretas Já", o MST realizou seu 1º Congresso Nacional, em Curitiba, no Paraná, cuja palavra de ordem era: "Ocupação é a única solução". Neste mesmo ano, o governo de José Sarney aprovou o Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA), que tinha por objetivo dar aplicação rápida ao Estatuto da Terra e viabilizar a Reforma Agrária até o fim do mandato do presidente, assentando 1,4 milhão de famílias.
A proposta de Reforma Agrária ficou apenas no papel. O governo Sarney, pressionado pelos interesses do latifúndio, ao final de um mandato de cinco anos, assentou menos de 90 mil famílias sem-terra. Ou seja, apenas 6% das metas estabelecidas no PNRA foi cumprida por aquele governo. Com a articulação para a Assembléia Constituinte, os ruralistas se organizam na criação da União Democrática Ruralista (UDR) e atuam em três frentes: o braço armado - incentivando a violência no campo -, a bancada ruralista no parlamento e a mídia como aliada.
Embora os ruralistas tenham imposto emendas na Constituição de 1988, que significaram um retrocesso em relação ao Estatuto da Terra, os movimentos sociais tiveram uma importante conquista. Os artigos 184 e 186 fazem referência à função social da terra e determinam que, quando ela for violada, a terra seja desapropriada para fins de Reforma Agrária. Esse foi também um período em que o MST reafirmou sua autonomia, definiu seus símbolos, bandeira e hino. Assim, foram se estruturando os diversos setores dentro do Movimento..

Anos 90.

A eleição de Fernando Collor de Mello para a presidência da República, em 1989, representou um retrocesso na luta pela terra. Ele era declaradamente contra a Reforma Agrária e tinha ruralistas como seus aliados de governo. Foram tempos de repressão contra os Sem Terra, despejos violentos, assassinatos e prisões arbitrárias. Em 1990, ocorreu o II Congresso do MST, em Brasília, que continuou debatendo a organização interna, as ocupações e, principalmente, a expansão do Movimento em nível nacional. A palavra de ordem era: "Ocupar, resistir, produzir".
Em 1994, Fernando Henrique Cardoso vence as eleições com um projeto de governo neoliberal, principalmente para o campo. É o momento em que se prioriza novamente a agroexportação. Ou seja, em vez de incentivar a produção de alimentos, a política agrícola está voltada para atender aos interesses do mercado internacional e gerar os dólares necessários para pagar os juros da dívida pública.
O MST realizou seu 3º Congresso Nacional, em Brasília, em 1995, quando reafirmou que a luta no campo pela Reforma Agrária é fundamental, mas nunca terá uma vitória efetiva se não for disputada na cidade. Por isso, a palavra de ordem foi "Reforma Agrária, uma luta de todos".
Já em 1997, o Movimento organizou a histórica "Marcha Nacional Por Emprego, Justiça e Reforma Agrária" com destino a Brasília, com data de chegada em 17 abril, um ano após o massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 Sem Terra foram brutamente assassinados pela polícia no Pará. Em agosto de 2000, o MST realiza seu 4º Congresso Nacional, em Brasília, cuja palavra de ordem foi "Por um Brasil sem latifúndio".
Durante os oito anos de governo FHC, o Brasil sofreu com o aprofundamento do modelo econômico neoliberal, que provocou graves danos para quem vive no meio rural, fazendo crescer a pobreza, a desigualdade, o êxodo, a falta de trabalho e de terra.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, representou um momento de expectativa, com o avanço do povo brasileiro e uma derrota da classe dominante. No entanto, essa vitória eleitoral não foi suficiente para gerar mudanças significativas na estrutura fundiária, no modelo agrícola e no modelo econômico.
Os integrantes do MST acreditam que as mudanças sociais e econômicas dependem, antes de qualquer coisa, das lutas sociais e da organização dos trabalhadores. Com isso, será possível a construção de um modelo de agricultura que priorize a produção de alimentos, a distribuição de renda e a construção de um projeto popular de desenvolvimento nacional.
Atualmente, o MST está organizado em 24 estados, onde há 130 mil famílias acampadas e 370 mil famílias assentadas. Hoje, completando 25 anos de existência, o Movimento continua a luta pela Reforma Agrária, organizando os pobres do campo. Também segue a luta pela construção de um projeto popular para o Brasil, baseado na justiça social e na dignidade humana, princípios definidos lá em 1984.

Antecedentes.

O MST é fruto da história da concentração fundiária que marca o Brasil desde 1500. Por conta disso, aconteceram diversas formas de resistência como os Quilombos, Canudos, as Ligas Camponesas, as lutas de Trombas e Formoso, entre muitas outras. Em 1961, com a renúncia do então presidente Jânio Quadros, João Goulart - o Jango - assumiu o cargo com a proposta de mobilizar as massas trabalhadoras em torno das reformas de base, que alterariam as relações econômicas e sociais no país. Vivia-se um clima de efervescência, principalmente sobre a Reforma Agrária.
Com o golpe militar de 1964, as lutas populares sofrem violenta repressão. Nesse mesmo ano, o presidente marechal Castelo Branco decretou a primeira Lei de Reforma Agrária no Brasil: o Estatuto da Terra. Elaborado com uma visão progressista com a proposta de mexer na estrutura fundiária, ele jamais foi implantado e se configurou como um instrumento estratégico para controlar as lutas sociais e desarticular os conflitos por terra.
As poucas desapropriações serviram apenas para diminuir os conflitos ou realizar projetos de colonização, principalmente na região amazônica. De 1965 a 1981, foram realizadas oito desapropriações em média, por ano, apesar de terem ocorrido pelo menos 70 conflitos por terra anualmente.
Nos anos da ditadura, apesar das organizações que representavam as trabalhadoras e trabalhadores rurais serem perseguidas, a luta pela terra continuou crescendo. Foi quando começaram a ser organizadas as primeiras ocupações de terra, não como um movimento organizado, mas sob influência principal da ala progressista da Igreja Católica, que resistia à ditadura.
Foi esse o contexto que levou ao surgimento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 1975, que contribuiu na reorganização das lutas camponesas, deixando de lado o viés messiânico, propondo para o camponês se organizar para resolver seus problemas. Além disso, a CPT teve vocação ecumênica, aglutinando várias igrejas. Por isso, o MST surgiu do trabalho pastoral das igrejas católica e luterana..

Reforma agrária e desenvolvimento.

Todos os países considerados desenvolvidos atualmente fizeram reforma agrária. Em geral, por iniciativa das classes dominantes industriais, que perceberam que a distribuição de terras garantia renda aos camponeses pobres, que poderiam se transformar em consumidores de seus produtos. As primeiras reformas agrárias aconteceram nos Estados Unidos, a partir de 1862, e depois em toda a Europa ocidental, até a 1ª Guerra Mundial. No período entre guerras, foram realizadas reformas agrárias em todos os países da Europa oriental. Depois da 2ª Guerra Mundial, Coréia, Japão e as Filipinas também passaram por processos de democratização do acesso a terra.
A reforma agrária distribuiu terra, renda e trabalho, o que formou um mercado nacional nesses países, criando condições para o salto do desenvolvimento. No final do século 19, a economia dos Estados Unidos era do mesmo tamanho que a do Brasil. Em 50 anos, depois da reforma agrária, houve um salto na indústria, qualidade de vida e poder de compra do povo.
Depois de 500 anos de lutas do povo brasileiro e 25 anos de existência do MST, a Reforma Agrária não foi realizada no Brasil. Os latifundiários, agora em parceria com as empresas transnacionais e com o mercado financeiro – formando a classe dominante no campo - usam o controle do Estado para impedir o cumprimento da lei e manter a concentração da terra. O MST defende um programa de desenvolvimento para o Brasil, que priorize a solução dos problemas do povo, por meio da distribuição da terra, criação de empregos, geração de renda, acesso a educação e saúde e produção e fornecimento de alimentos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

GEOGRAFIA AGRÁRIA - PRINCIPAIS TÓPICOS



Agricultura nos países desenvolvidos

* Uso maciço de tecnologia que gera uma forte integração do setor agrícola com a indústria.
* Utiliza-se o termo ‘ agricultura Industrializada’.
* Tratores, semeadeiras, adubos químicos e computadores no auxílio a produção agrícola.
* Agrobusiness – Estados Unidos.
* Do séc.XIX até as duas primeiras décadas do séc.XX: intenso processo de integração do mercado agrário ao urbano-industrial. A mesma se completou em meados do próprio séc.XX.
* Produtividade crescendo velozmente.
* Ferrovias construídas ajudando o escoamento da produção. Produzir necessitava de grandes investimentos e com isso os pequenos produtores foram sendo ‘ engolidos’ e tendo de vender suas terras, gerando a concentração da propriedade fundiária.
* Belts agrícolas- cinturões de produção especializados em determinadas culturas dominantes, quase sempre em combinação com culturas secundárias.

Agricultura nos Países Subdesenvolvidos

* Baixa produtividade
* Técnicas rudimentares, dependência maior de fatores naturais.
* Excedente comercializado em mercados próximos.
* Subsistência
* Pastoreio, cultivos indígenas, arrozais em deltas- condições específicas de produção em diferentes locais do globo.
* Plantations
* Nasce durante a expansão colonial européia.
* Áreas junto a portos facilitando o escoamento da produção.
* No séc.XIX a Ásia e a África entram no mapa das plantations pelos Ingleses. A Índia era a principal área e recebeu investimentos em ferrovias também para facilitar o escoamento da produção
* Em geral esses países não consumem o que produzem, já que esse tipo de produção é voltado para o mercado externo.

Transgênicos

São alimentos geneticamente modificados que têm particularidades desenvolvidas pelos seus criadores. Uns são modificados para serem mais resistentes a pesticidas, outros a determinado tipo de clima que não eram originais à espécie. Podem por exemplo gerar frutos maiores, mais suculentos, com menos caroços e etc. Passaram a ser cultivados efetivamente na década de 1990 e os EUA são lideres nesse tipo de produção, seguido em menor escala por Argentina e pelo Canadá.

A agrária estrutura do Brasil

*17% da P.E.A.(2007- IBGE)

* 23% do PIB(2007- IBGE)

Retaguarda do crescimento dos setores industriais e financeirosCulturas agrícolas de maior desenvolvimento foram as voltadas para a produção de insumos industriaisLaranja, soja e cana de açúcar como exemplos.

O Brasil rural tem a função de gerar divisas que acabam revertidas para o setor urbano industrial, com pagamentos de juros da dívidas e a compra de materiais importados.Em 1970 a exportação era centrada no caféDepois soja, laranja, carnes, aves e fumo ajudam a diversificar a pauta.As áreas para cultivo de marcado interno diminuem em conseqüência deste modelo.

Estrutura do espaço agrário do Brasil - Conflitos fundiários.

O padrão principal da economia rural brasileiro é concentrador. Os estabelecimentos menores concentram apenas 3% da área produtiva. Do outro lado da tabela os grandes estabelecimentos que são cerca de 1% concentram cerca de 40% da terra.Os trabalhadores que vão sendo expulsos da terra vão se tornando a frente de ocupação nas fronteiras da expansão da economia rural. São áreas com sítios e roças familiares.

Atores do campo

Grileiro é um termo que designa quem está na posse ilegal de prédio ou prédios indivisos, por meio de documentos falsificados, ou indivíduos que ocupam uma terra devoluta.O termo provém da técnica usada para o efeito, que consiste em colocar escrituras falsas dentro uma caixa com grilos, de modo a deixar os documentos amarelados e roídos, dando-lhes uma aparência antiga e, por consequência, mais verosímil.

Posseiro é a pessoa que detém de fato a posse de uma gleba de terra, mas não é o dono de direito, não possuindo assim documentação e registro em cartório.O tamanho desta terra não interfere na designação de posseiro. Pode se tratar de um morador antigo em uma terra devoluta ou privada (por mais de um ano e um dia), ou mesmo usufruir da terra através da contratação de mão de obra de terceiros, sem nela fazer sua morada definitiva.O assentado da reforma agrária, antes de receber o título definitivo de propriedade do imóvel, como doação por parte do Governo Federal também é um posseiro usufruindo por ocupação uma terra da União.

Latifundiário- Dono de grandes extensões de terra.

Gato- Pessoa que contrata pessoas (trabalhadores braçais) para as fazendas e grandes projetos agropecuários

Meeiros- trabalhadores arrendatários que têm como forma de pagamentos aos donos da terra a metade de sua produção.

Sem-terra- Pequeno produtor expulso do seu meio produtivo.Em face a esses dois principais atores temos os maiores conflitos por terras registrados nestas regiões expansivas. Surge a partir da década de 1970 o MST, hoje Movimento dos trabalhadores rurais sem terra em reação a violenta concentração fundiária. No início esse movimento era formado por acampados vindos do meio rural.Posteriormente foram incorporados bóias-frias, operários de obras acabadas, favelados entre outros.

Governo e MST divergem quanto a questão da reforma agrária.

Para este ela viria a contribuir com o fim dos conflitos, incentivos a agricultura para incremento da produtividade e absorver P.E.A. evitando parte do êxodo e do desemprego.Para aquele isso não deveria ser aceito, e sim o conceito de “terra de trabalho” ao invés de “terra de negócio”. A terra deve ser meio de vida do camponês. Abastecer o mercado interno e não o externo.Tendências recentes do setor agropecuárioO rural hoje é uma continuação do urbano no ponto de vista espacialGrandes partes do território brasileiro vem gradativamente se urbanizando como reflexo da industrialização da agricultura e do transbordamento das áreas urbanas.Complexos agroindustriais são exemplos deste modelo, que dirigem como devem ser as atividades agropecuárias a eles ligadas.

sábado, 17 de abril de 2010

EXERCÍCIOS SOBRE CLIMA




Alô pessoal ai estão os exercíos sobre Clima, o gabarito está em comentários

1. Atribuir exclusivamente ao clima a responsabilidade sobre os deslizamentos catastróficos nas encostas existentes nas cidades brasileiras como as do Rio de Janeiro e São Paulo, é esconder a causa principal do problema.A partir desta afirmação, apresente e analise os outros fatores envolvidos.


2. Como podemos classificar o clima do Brasil? Por quê?


3. Trata-se da única região brasileira que não está na faixa tropical e cujo clima é bem diferente do restante do país. Indique o nome da região, a denominação e as características principais de seu clima.


4. Dê uma breve definição de tempo e clima.


5. Quais os tipos de chuva existentes?


6. Pode-se afirmar que o clima corresponde ao comportamento do tempo atmosférico, ao longo do ano, num determinado lugar da Terra. O clima tem comportamento diversificado, que é caracterizado pela combinação de diferentes fatores, cite alguns:


7. Explique o que é uma Ilha de Calor quais fatores contribuem para essa formação.


8. Em qual camada da atmosfera ocorre a maior parte dos fenômenos meteorológicos, como as chuvas, os ventos e os deslocamentos de massas de ar?


9. Vários fatores influenciam a distribuição da temperatura sobre a superfície da Terra. Entre eles podemos citar a quantidade de insolação recebida em um lugar, a natureza da superfície que recebe a insolação, o relevo, a distância a partir dos corpos hídricos e as correntes oceânicas. De que maneira cada um desses fatores atua sobre a superfície da Terra?


10. Diferencie os diferentes tipos de chuvas.


11. Diferencie monção de verão e monção de inverno.


12. Explique o que é amplitude térmica.


13. Quais são as principais massas de ar que atuam no Brasil?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Centro de Ensino Interdisciplinar da APREC Ecossistemas Costeiros ganha prêmio Construindo a Nação 2009-2010, na categoria EJA


Com seu projeto a Educação Ambiental como Disciplina, instituído pelo Instituto da Cidadania Brasil e o Sistema CNI - FIRJAN - SESI/RJ.
Grande Sérgio, meus P A R A B É N S pra você e sua equipe (Também sou parte dela!!!)
Temos que ter mais pessoas, assim, sonhadoras no nosso Brasil e no mundo.
Continue na sua luta, na paz, que os resultados vão aparecendo e sendo reconhecidos....

EXERCÍCIOS FLUXOS POPULACIONAIS: O CASO DAS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS



1. Destaque as principais causas dos movimentos migratórios internacionais na atualidade


2. O que tem motivado o deslocamento de brasileiros para outros países?


3. Quais são os benefícios trazidos pela atividade de turística para a economia de um país?


4. Como o Brasil pode aumentar sua participação como destino de turistas no mundo, já que abriga tantas belezas naturais? que benefícios o incremento do turismo traria para a economia do país?
Clique em comentários e veja o gabarito

sábado, 10 de abril de 2010

CONCURSO PMRJ 2013 - GEOGRAFIA FÍSICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


Nessa postagem vamos abordar a Geografia Física do Estado do Rio de Janeiro com detalhes sobre o Relevo, a Vegetação, o Clima e as principais Bacias Hidrográficas.

O relevo do Rio de Janeiro é constituído por três unidades básicas, as terras altas, também chamadas de Planalto ou Serra Fluminense (acima de 200 metros de altitude), as terras baixas, também chamadas de Baixada Fluminense (abaixo de 200 metros de altitude) e os maciços litorâneos (formações rochosas, ao longo da costa, como, por exemplo, o Corcovado). O ponto mais alto do estado é o Pico das Agulhas Negras, com 2791 metros de altitude.
O litoral do estado é muito recortado, e se estende por 636 quilômetros, sendo que possui várias baías e um grande número de ilhas.
A Mata Atlântica, vegetação original em grande parte do estado, ocupa atualmente apenas um décimo dessa área, nas partes mais altas das serras do estado. Produzidos pela ocupação humana, surgiram os mangues e grandes áreas de campos. Uma amostra do que existia em termos de vegetação originalmente no estado pode ser observado na Floresta da Tijuca e no Maciço da Pedra Branca, que alias, são as duas maiores florestas urbanas do mundo.
O clima no estado do Rio de Janeiro varia de acordo com a proximidade do mar e do relevo. No planalto, ou Serra Fluminense, pode-se dizer que o clima predominante é o tropical de altitude, caracterizado pelas temperaturas mais amenas. Na Baixada Fluminense predomina o clima tropical semi-úmido, com temperatura média anual de 24° C. As chuvas são abundantes, sobretudo na base da Serra do Mar.
A maior parte dos rios fluminenses desemboca no Oceano Atlântico, sendo os mais importantes: Paraíba do Sul, Muriaé, Pomba, Macabu e Itabapoana. Além dos rios, o estado possui várias lagoas, sendo a maior a Lagoa Feia, e a mais conhecida, a Lagoa Rodrigo de Freitas, na capital.

quinta-feira, 25 de março de 2010

CONCURSO PMRJ 2013 - TESTE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE A GEOGRAFIA DO RIO DE JANEIRO



O GABARITO ESTÁ EM COMENTÁRIOS
1. Sobre o Estado do Rio de Janeiro assinale a alternativa correta segundo as afirmativas a seguir.

I - O Rio de Janeiro é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espírito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul).

II - Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente "rio").

III - A pujança cultural do estado está espelhada principalmente na capital, a cidade do Rio de Janeiro. O município de Niterói, nos últimos anos começou uma grande revolução nesse setor quando houve a inauguração do Museu de Arte Contemporânea da Cidade (Obra de Oscar Niemeyer)

(A) Todas Falsas.
(B) Todas Verdadeiras.
(C) Somente I Verdadeira
(D) Somente II e III Verdadeiras.

2. A Mesorregião do estado do Rio de Janeiro que apresenta o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é.

(A) Baixadas Litorâneas
(B) Região Metropolitana
(C) Região Médio Paraíba
(D) Região Noroeste Fluminense.

3. Assinale a alternativa que respectivamente apresente as cidades do Estado do Rio de Janeiro, cuja base econômica é pautada no Turismo e na Exploração Mineral (Petróleo).

(A) Campos - Saquarema.
(B) Niterói - Rio de Janeiro
(C) Rio Bonito – Campos
(D) Arraial do Cabo – Macaé.

4. O município do Rio de Janeiro é dividido em 160 bairros regionalizados em três “zonas”. Assinale a alternativa que não apresenta uma dessas sub divisões.

(A) Zona Norte
(B) Zona Leste
(C) Zona Oeste
(D) Zona Sul

5. O Rio de Janeiro é uma cidade de fortes contrastes econômicos e sociais, apresentando grandes disparidades entre ricos e pobres. Enquanto muitos bairros ostentam um Índice de Desenvolvimento Humano correspondente ao de países nórdicos (Gávea: 0.970; Leblon: 0.967; Jardim Guanabara: 0.963; Ipanema: 0.962; Barra da Tijuca: 0.959), em outros, observam-se níveis bem inferiores à média municipal, como é o caso do Complexo do Alemão (0.711) ou da Rocinha (0.732). As diferenças internas da metrópole carioca estão apoiadas principalmente na disparidade encontrada em:

(A) Excelência dos meios de transportes
(B) Indicadores sociais
(C) Relações de trabalho
(D) Composições étnicas

6. Sobre os Transportes públicos na cidade do Rio de Janeiro marque a alternativa Falsa.

(A) O ônibus é o transporte público mais utilizado no Rio de Janeiro. A qualidade do transporte coletivo de passageiros é reflexo de um trabalho de planejamento estratégico pouco azeitado.
(B) Rio de Janeiro conta com um sistema de trens urbanos. Sob direção da concessionária privada, constitui, juntamente com os ônibus, um amplo conjunto de transporte popular.
(C) O Rio de Janeiro detém 140 km de ciclovias, a maior metragem do país e a segunda maior da América Latina.
(D) A cidade conta com dois aeroportos comerciais: O Santos-Dumon e o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim.

7. Atualmente, no Rio de Janeiro, com freqüência podemos ler nas manchetes dos jornais que a polícia "ocupou", "invadiu" ou "fez um cerco" à favela. Este vocabulário nos leva a pensar que se trata de uma situação de guerra entre territórios, por meio do qual se afirma claramente que estes espaços estariam submetidos a forças hegemônicas diferentes: de um lado, a sociedade "legalmente" constituída; de outro, um território controlado "informalmente" pela força ou pelo prestígio de grupos marginais."

(Extraído de Gomes, Paulo César da Costa In A Condição Urbana: ensaios de geopolítica da cidade. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 2002.)

O perigo, então, do uso desse vocabulário é que:

I) a exclusão social deixe de ser apenas um estatuto abstrato e ganhe a forma de um território;

II) os habitantes do Rio de Janeiro acreditem que em uma mesma cidade existam dois territórios mutuamente excludentes;

III) a questão da violência possa ser resolvida com a destruição das favelas. A(s) afirmativa(s) que mostra(m) o perigo do uso do vocabulário é (são):

(A) I;
(B) I e II;
(C) I e III;
(D) II e III;

8. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD - 2001), divulgados pelo IBGE, mostraram que a taxa de desemprego no Estado do Rio de Janeiro atingiu seu nível mais alto, chegando a 12,2% da força de trabalho.Com relação ao desemprego no Estado do Rio de Janeiro, são corretas as afirmativas abaixo, à EXCEÇÃO DE UMA. Indique-a:

(A) O Rio de Janeiro vem perdendo empresas para outros estados;
(B) A crise no mercado de trabalho no Rio de Janeiro tem sido mais significativa na região metropolitana;
(C) A indústria do petróleo, um dos sustentáculos econômicos do Rio de Janeiro, não é intensiva em mão-de-obra;
(D) O Rio de Janeiro é a metrópole com o menor percentual de trabalhadores qualificados.

9. A violência no trânsito, os movimentos sociais que reagem violentamente quando um serviço público não funciona corretamente e os atos violentos cometidos pelos agentes do tráfico de drogas são exemplos da violência urbana. A cidade do Rio de Janeiro tem vivido, nos últimos meses, situações de violência que geram um clima de insegurança coletiva. Entre as razões para essa insegurança temos, exceto:

(A) Os movimentos de guerrilha urbana com conotação ideológica
(B) O esgarçamento do tecido social motivado pela segregação sócio-espacial;
(C) A ação dos grupos que trabalham no varejo da droga e que se apóiam logisticamente nos espaços das favelas;
(D) A pobreza crônica e sem alternativas que alimenta o tráfico em suas diferentes escalas;

10. A Região Serrana é uma das principais áreas agrícolas do Estado do Rio de Janeiro. Municípios como Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo são responsáveis por grande parte da produção de verduras e legumes que abastecem a metrópole carioca. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as características dessa região relacionadas a produção primária.

(A) O relevo mais elevado com o ar mais frio e seco favorece as hortaliças e frutas. - Pequenas propriedades, trabalho familiar.
(B) Agropecuária Moderna – Latifúndios
(C) As temperaturas acima de 26°C favorecem o cultivo de gêneros tropicais – A maior parte da produção é voltada para o mercado externo.
(D) O Clima “frio” sempre dificulta o cultivo – O fato da região ter grande altitude dificulta o deslocamento das mercadorias.

domingo, 21 de março de 2010

CONCURSO PMRJ 2013 - SOCIOLOGIA




A sociologia constitui um projeto intelectual tenso e contraditório. Para alguns representa uma poderosa arma a serviço dos interesses dominantes, para outros ela é a expressão teórica dos movimentos revolucionários.
Por sua posição de contradição foi proscrita de centros de ensino e universidades da América do Sul (Brasil, Argentina, Chile, etc.) todos em regimes ditatoriais. Foi acusada ainda de ser disfarce do marxismo e teoria de revolução.
Historicamente, a sociologia é um conjunto de conceitos, de técnicas e de métodos de investigação produzidos para explicar a vida social. Como princípio para o autor, a sociologia é o resultado de uma tentativa de compreensão de situações sociais radicalmente novas, criadas pela então nascente sociedade capitalista.
COMO SURGIU A SOCIOLOGIA?
A sociologia, ciência que tenta explicar a vida social, nasceu de uma mudança radical da sociedade, resultando no surgimento do capitalismo.
O século XVIII foi marcado por transformações, fazendo o homem analisar a sociedade, um novo "objeto" de estudo. Essa situação foi gerada pelas revoluções industrial e francesa, que mudaram completamente o curso que a sociedade estava tomando na época. A Revolução Industrial, por exemplo, representou a consolidação do capitalismo, uma nova forma de viver, a destruição de costumes e instituições, a automação, o aumento de suicídios, prostituição e violência, a formação do proletariado, etc. Essas novas existências vão, paulatinamente, modificando o pensamento moderno, que vai se tornando racional e científico, substituindo as explicações teológicas, filosóficas e de senso comum.
Na Revolução Francesa, encontra-se filósofos a fim de transformar a sociedade, os iluministas, que também objetivavam demonstrar a irracionalidade e as injustiças de algumas instituições, pregando a liberdade e a igualdade dos indivíduos que, na verdade, descobriu-se mais tarde que esses eram falsos dogmas. Esse cenário leva à constituição de um estudo científico da sociedade.
Contra a revolução, pensadores tentam reorganizar a sociedade, estabelecendo ordem, conhecendo as leis que regem os fatos sociais. Era o positivismo surgindo e, com ele, a instituição da ciência da sociedade. Tal movimento revalorizou certas instituições que a revolução francesa tentou destruir e criou uma "física social", criada por Comte, "pai da sociologia". Outro pensador positivista, Durkheim, tornou-se um grande teórico desta nova ciência, se esforçando para emancipa-la como disciplina científica.
Foi dentro desse contexto que surgiu a sociologia, ciência que, mesmo antes de ser considerada como tal, estimulou a reflexão da sociedade moderna colocando como "objeto de estudo" a própria sociedade, tendo como principais articuladores Auguste Conte e Émile Durkheim.
SOCIOLOGIA HOJE
A Sociologia é hoje de grande importância para a vida da humanidade. É uma ciência que tem teorias e estuda a evolução da sociedade em sua concepção social. Assim, qualquer movimento novo socilamente identicado, deve ser estudado. A violência urbana, reforma agrária, migração, todos esses movimentos sociais, dentre outros, são de grande relevância sociologicamente. Logo, a sociologia tem e creio que terá ainda mais, grande relevância social no futuro. Creio que é uma das ciências mais promissoras.
Portanto, é importante porque é a ciencia que estuda o convivio entre as pessoas em grupos, associações, comunidades ...em vários tamanhos de rede social, ela é a criação de uma teoria baseada no cotidiano da sociedade.

sexta-feira, 12 de março de 2010

SOLDADO DA PM 2010 - GEOGRAFIA DO RIO DE JANEIRO


Freqüentemente citada como "cidade maravilhosa", o Rio de Janeiro, capital do estado de mesmo nome, é um dos dois centros economicamente mais importantes do Brasil. A atividade econômica e política da metrópole, porém, convive com sua intensa atração turística, propiciada pelo incomparável cenário de belezas naturais, assim como por edifícios e monumentos históricos que relembram os quase dois séculos em que a cidade foi capital federal.
DESENVOLVIMENTO URBANO.
O núcleo da cidade desenvolve-se como um grande arco ao pé do maciço da Tijuca, cujos esporões rochosos impõem, em diversos pontos, um estrangulamento no espaço urbano. Com o nome local de serra da Carioca, esse maciço prolonga-se na direção leste até quase as margens da baía e delineia uma divisão da cidade em dois setores praticamente isolados -- a zona norte e a zona sul, embora também se estendam subúrbios por uma zona oeste.
A inauguração de Brasília, em 1960, encerrou uma longa fase do Rio de Janeiro, transformado em estado (ou cidade-estado) da Guanabara, até 1975, quando seu território foi integrado ao estado do Rio de Janeiro. As obras realizadas desde então incluem os túneis Dois Irmãos, Pepino e Joá, o alargamento da praia de Copacabana e a remodelação da avenida Atlântica, o metrô, cuja primeira linha foi aberta em 1979, a estrada Lagoa-Barra, de 1982, dezenas de viadutos, a ponte Rio-Niterói (oficialmente, Presidente Costa e Silva) e a Linha Vermelha, que em 1994 ligou São Cristóvão à rodovia Presidente Dutra, em São João do Meriti, num percurso de mais de 21km.
Com o agigantamento, agravaram-se os problemas sociais, multiplicaram-se as favelas e a criminalidade atingiu cifras assustadoras. Na década de 1980, o Rio de Janeiro viveu uma grave crise econômica, que culminou com a admissão da falência da prefeitura em 1988. No mesmo ano, decretou-se calamidade pública na cidade em decorrência das fortes chuvas que deixaram dezenas de mortos e milhares de desabrigados. Na passagem do ano, um acidente de repercussão internacional contribuiu para desgastar ainda mais a imagem da cidade: o naufrágio do Bateau Mouche IV, que matou 55 pessoas na baía de Guanabara, em virtude de uma série de irregularidades no barco, que foram mais tarde reveladas pelas investigações.
No início da década de 1990 a população assistiu à gradual recuperação econômica e urbanística da cidade. Realizaram-se obras de pavimentação, drenagem e de tratamento paisagístico da orla carioca, do Leme ao Recreio dos Bandeirantes. A maioria desses empreendimentos coincidiu com a fase de preparação da cidade para a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), em que foram assinadas importantes convenções internacionais sobre os problemas ecológicos do planeta. Como parte do projeto de conservação do patrimônio histórico da cidade, tombou-se em 1993 o largo do Boticário, o forte de Copacabana, os jardins de Burle Marx e o conjunto arquitetônico da ilha Fiscal, na baía de Guanabara, entre outros monumentos.
A cidade começou então a crescer em direção à Barra da Tijuca e ao Recreio dos Bandeirantes. Houve um acelerada expansão imobiliária nesses bairros, e a Barra se tornou importante pólo de lazer e comércio carioca, com shoppings, hipermercados, inúmeros teatros e cinemas, além de restaurantes e casas de espetáculos. Esse cenário de desenvolvimento econômico rivalizou, porém, com a violência crescente do tráfico internacional de drogas, que aumentou seu domínio sobre as favelas cariocas face à desorganização do aparelho policial. Ondas de seqüestros, assaltos e assassinatos afugentaram uma das principais fontes de renda da cidade, o turista, amedrontado pelas denúncias de crimes violentos, como o massacre de sete crianças na Candelária e de 21 pessoas na favela de Vigário Geral em 1993. Para conter essa onda de violência, o Exército foi convocado para colaborar no combate ao narcotráfico.
Atividades econômicas. O fato de ter sido durante muitos anos a capital do país explica o grande desenvolvimento da indústria no Rio de Janeiro. A cidade também foi por muito tempo a maior do Brasil, além de ser o maior centro consumidor e maior porto. A proximidade da serra do Mar, com grande potencial hidrelétrico, também favoreceu o crescimento industrial. No Brasil, apenas o complexo industrial formado em torno da capital paulista supera em importância o do Grande Rio.
A função comercial colocou sob o comando do Rio de Janeiro uma ampla área econômica integrada pela zona canavieira do estado do Rio, a antiga região cafeeira do vale do Paraíba do Sul e, em Minas Gerais, a região agrícola da zona da mata e a região pecuária do sul do estado. O desenvolvimento industrial, principalmente a partir da abertura da avenida Presidente Vargas, e a expansão do centro da cidade, provocou o deslocamento das indústrias para a periferia da cidade. Em conseqüência desse processo, muitas localidades do estado do Rio de Janeiro se transformaram em apêndices da metrópole carioca. Entre as fábricas instaladas na periferia, aponta-se a refinaria Duque de Caxias, no município de Duque de Caxias, como uma das principais.
A tendência de espalhar-se o parque industrial na periferia contribuiu para o esvaziamento econômico do antigo estado da Guanabara, que nada mais era senão o município do Rio de Janeiro. Para criar condições favoráveis à implantação de novas indústrias, foram planejados os distritos industriais da Fazenda Botafogo e dos bairros de Costa Barros e Santa Cruz. A usina da Companhia Siderúrgica da Guanabara (Cosigua) foi privatizada.
As atividades agropecuárias têm pouca expressão no município, por sua pequena área e pelo caráter urbano da ocupação humana. A zona rural situa-se na porção ocidental, de Santa Cruz, Campo Grande e Sepetiba. A cultura da laranja e de outras frutas, legumes e hortaliças, decaiu em virtude do empobrecimento dos solos e da vertiginosa valorização das terras, como resultado da industrialização. A metrópole carioca recebe produtos hortigranjeiros de outros municípios fluminenses, Minas Gerais e áreas mais afastadas, sobretudo de São Paulo. Parte do desenvolvimento do Rio de Janeiro deve-se também a seu porto, um dos maiores e mais mais bem aparelhados do país.

domingo, 7 de março de 2010

O MUNDO EM 2050


Recentemente a ONU divulgou em seu relatório "Perspectivas da População Mundial" que na metade do século 21 o mundo estará muito mais cheio e sua população estará mais velha e mais pobre do que hoje.
Até 2050 a população mundial deve subir dos atuais 6,1 bilhões para 8 a 11 bilhões.
Desse total, 88% ou 8,2 bilhões de pessoas, viverão nos países em desenvolvimento, contra os 80 por cento (4,9 bilhões de pessoas) de hoje.
O relatório divulgou ainda que metade do crescimento da população mundial até 2050 se dará em apenas cinco países asiáticos e um africano: Índia, China, Paquistão, Nigéria, Bangladesh e Indonésia.
Nos próximos 50 anos o contingente mundial de idosos vai aumentar muito. O número de pessoas com 60 anos ou mais vai subir de 606 milhões hoje (20 por cento da população mundial) para quase 2 bilhões (33 por cento).
O número de pessoas com 80 anos ou mais, que em 2000 era de 69 milhões, será multiplicado por cinco até 2050, chegando a 379 milhões, ou 4% da população do planeta.

Essa tendência vai afetar principalmente os países mais ricos, provocando:

· escassez de mão-de-obra
· elevação dos custos da saúde e das aposentadorias na Europa e no Japão.

Países como os EUA serão menos afetados pelo problema porque o país recebe cerca de 1,1 milhão de imigrantes por ano.
Com a população crescendo tão rapidamente no mundo em desenvolvimento, África e Ásia vão se urbanizar mais. "Haverá um grande crescimento das megacidades nos países em desenvolvimento". E, finalmente, teremos um mundo mais diversificado do que o de hoje, em termos étnicos e culturais.
As populações em rápido crescimento têm menos tempo para preparar-se para transformações, acrescentando que essas pressões confrontam os governos com desafios de todos os tipos, tais como:


· reavaliação da idade e das condições de aposentadoria;
· orçamentos de saúde e política imigratória.

PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS


· Passaram por um grande processo de exploração durante o período colonial. Colônia de Exploração;
· Baixo nível de industrialização, com exceção de alguns países como: Brasil, México, Argentina, China, Índia;
· Dependência econômica, política e cultural em relação às nações desenvolvidas;
· Deficiência tecnológica e baixo nível de conhecimento científico;
· Rede de transporte e meios de comunicação deficientes;
· Baixa produtividade na agricultura que geralmente emprega numerosa mão-de-obra;
· População Ativa empregada principalmente nos setores primários ou no setor terciário em atividades marginais (camelôs, trabalhadores sem carteira assinada etc). Exemplo: Brasil, Etiópia, Uruguai;
· Cidades com crescimento muito rápido e cercada por bairros pobres e miseráveis;
· Baixo nível de vida da maioria da população;
· Crescimento populacional elevado;
· Elevada taxa de natalidade e mortalidade infantil;
· Expectativa de vida baixa.

Existem países subdesenvolvidos que são fortemente industrializados como é o caso do Brasil, México, Argentina, Dragões Asiáticos, etc. A industrialização existente nesses países na verdade é sustentada por países desenvolvidos, que os utilizam para expandir seus parques industriais e garantir lucros vultuosos. Um exemplo nítido de expansão industrial é, o caso dos Dragões Asiáticos que evoluíram enormemente nas últimas décadas, principalmente no setor industrial através do capital e tecnologia japonesa.

Alguns fatores atraem esses investimentos estrangeiros para os países subdesenvolvidos, como:




· Mão-de-obra barata e numerosa;
· Muitas vezes são isentos de pagamento de impostos;
· Doação de terrenos por parte do governo;
· Remessa de lucro das transnacionais para a sede dessas empresas;
· Legislação flexível.

Na visão de alguns escritores como Demétrio Magnoli "A grande mutação na economia mundial e na geopolítica planetária agravou as desigualdades entre a acumulação de riquezas e a disseminação da pobreza. O desenvolvimento assume padrões crescentemente perversos, marginalizando parcelas maiores da população. Em escala mundial, a década de 80 presenciou uma ampliação da fratura econômica entre o Norte e o Sul. Atualmente, os 20% mais ricos da população do planeta repartem entre si 82,7% da riqueza, enquanto os 20% mais pobres dispõem apenas de 1,4%."
A partir daí podemos afirmar que o desenvolvimento em partes dos países centrais são de fato sustentados à custa da exploração dos países periféricos.

PAÍSES DESENVOLVIDOS


· Dominação econômica;
· Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens;
· Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada.
· Desenvolvimento científico e tecnológico elevado;
· Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação;
· População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Exemplo: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc.
· População Ativa empregada, em principalmente, nos setores secundário e terciário. Exemplo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha;
· Pequeno número de analfabetos;
· Elevado nível de vida da população;
Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico;
· Reduzido crescimento populacional;
· Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil;
· Elevada expectativa de vida.

As sociedades desses países são altamente consumistas isto é percebido sobretudo devido ao poder aquisitivo elevado da sociedade e a grande quantidade produtos com tecnologia avançada, que são lançados no mercado a cada ano. Se todas as nações do mundo passassem a consumir supérfluos com a mesma intensidade das nações desenvolvidas o mundo entraria em colapso, pois, não haveria matéria-prima suficiente para abastecer a todos os mercados.
A luta por melhores condições de vida da população é visível, principalmente no que diz respeito a uma melhor distribuição de renda, não existindo grandes disparidades entre uma classe social e outra. Para que isso fosse possível foi necessário a participação direta da sociedade, exigindo dos seus governantes uma postura voltada para os interesses da população.
Os governos passaram a cobrar mais impostos das classes sociais mais favorecidas em prol da sociedade. Os impostos cobrados são direcionados à construção de escolas, habitações, estradas, hospitais, programas de saúde, aposentadorias mais justas, etc., isto foi possível graças ao engajamento consciente de todos os cidadãos na formação do Estado Democrático.
A democracia existe de fato nas nações desenvolvidas, e consiste num Estado de direito que resulta de reivindicações permanentes por parte dos cidadãos.


A democracia é um processo contínuo de invenção e reivindicações de novos direitos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DE PLACAS



Quando os pesq
uisadores do século 19 e início do século passado observavam as diferentes formas de relevo, perguntavam-se por que alguns lugares possuíam montanhas elevadas com picos pontiagudos, outros eram montanhas arredondadas e outros eram planícies (áreas amplas e planas, geralmente muito baixas).
Para tentar explicar a questão, chegaram a propor que a Terra estava se expandindo (crescendo como um pão de queijo ou um bolo no forno) e conforme se expandia apareciam essas diferenças de altitude e formas da superfície (essas desigualdades são chamadas de relevo). Outros pesquisadores pensavam que a Terra estaria se encolhendo como uma ameixa que seca e ao encolher apareceriam as montanhas e depressões. Então o pesquisador Alfred Wegener elaborou a teoria da deriva continental. A teoria foi confirmada com o surgimento da teoria de movimento das placas tectônicas. Placas tectônicas
A Teoria
da Tectônica ds afirma que o planeta Terra é dividido em várias placas tectônicas (como uma bola de capotão, mas com gomos irregulares e de diferentes tamanhos) que se movimentam, pois estão flutuando sobre o magma (como a lava vulcânica derretida que sai dos vulcões). Ao se movimentarem, formam as montanhas mais recentes (dobramentos modernos), fossas oceânicas, atividade vulcânica, terremotos, cordilheiras meso-oceânicas, tsunamis, etc.

segunda-feira, 1 de março de 2010

AS CAMADAS DA TERRA


Em princípio a terra é dividida em 4 camadas denominadas Crosta, Manto, Núcleo externo e por fim o Núcleo interno. Sendo suas características particulares:

Crosta: Está localizada na parte superficial da Terra, tem uma variação de temperatura de 15ºC até 1.200ºC. E sua profundidade vai de 0 a 30 Km. A maior parte dos materiais encontrados nesta parte são gasosos.

Manto: A temperatura existente nele varia de 1.200ºC a 3.700ºC e a sua profundidade vai de 30 a 2.900 Km. Nesta camada são encontrados compostos de silício, ferro e magnésio (SiMa). Também pode ser encontrado silicatos e óxidos de ferro e magnésio.

Núcleo Externo: Sua profundidade está em torno de 2.900 a 5.500 Km. e a temperatura variável entre esses pontos podem ser de 3.700ºC a 4.000ºC. Nesta camada podemos encontrar compostos líquidos de ferro, níquel e silício.

Núcleo Interno: É a camada mais interna da Terra, portanto, a mais profunda e mais quente. Podendo variar de 5.500 a 6.371 Km. e sua temperatura ultrapassa a casa dos 4.000ºC. Nesta camada é encontrado composto líquido de ferro e níquel (NiFe).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS



Segundo a Professora Marcella Gaião (Curso Morse), a interpretação de textos é a chave do sucesso para o candidato em qualquer concurso em qualquer disciplina.

Eis algumas dicas valiosas para vestibulares e concursos...

1. Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto.

2.Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente.
3.Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes ou mais.
4.Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar.
5.Esclarecer o vocabulário.
6.Entender o vocabulário.

7.Viver a história.
8.Não permitir que prevaleçam suas idéias sobre as do autor.
9.Interpretar o que o autor escreveu e não o que você pensa.
10.Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) do texto correspondente.
11. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafos, partes) do texto correspondente.
12.Ative sua leitura.
13.Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão.
14.Ver, perceber, sentir, apalpar o que se pergunta e o que se pede.
15.Cuidado com os vocábulos: destoa (= diferente de...) , não, correta, incorreta, certa, errada, falsa, verdadeira, exceto,
e outras... palavras que aparecem nas perguntas e que às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu.
16.Quando duas alternativas lhe parecem corretas ou certas, procurar a mais exata ou a mais completa .
17.Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas.
18.Quando o autor apenas sugerir idéia, procurar um fundamento de lógica objetiva.
19.Não se deve preocupar com a arrumação das letras nas alternativas.
20.As perguntas são fáceis, dependendo de quem lê o texto ou como o leu.
21.Cuidado com as opiniões pessoais, elas não existem.
22.Sentir, perceber a mensagem do autor.
23.Cuidado com a exatidão das questões em relação ao texto.
24.Cuidado com as questões voltadas para dados superficiais.
25.Não se deve procurar a verdade exata dentro da resposta, mas a opção que melhor enquadre no sentido do texto.
26.Às vezes, a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta .
27.Descobrir o assunto e procurar pensar sobre ele.
28.Procurar estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem.
29.O autor defende idéias e você deve percebê-las.
30.Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto.
Exemplo:
Ele morreu de fome.
de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= a causa da morte dele)
Ele morreu faminto
Faminto : predicativo do sujeito, é o estado em que “ele” se encontrava quando morreu.
31.Todos os termos da análise sintática, cada termo tem seu valor, sua importância.

32.As orações coordenadas não têm oração principal, apenas as idéias estão coordenadas entre si.
33.Todas as orações subordinadas têm oração principal e as idéias se completam.
34.Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe ou determinando-lhe o significado
Fonte: http://www.brazilianportugues.com/index.php?idcanal=337

DIREITOS HUMANOS

+ Uma dica para o concurso de Soldado da PMRJ 2013 - Direitos Humanos.

Sem dúvidas em algum momento da sua vida você já ouviu a expressão: Direitos Humanos, seja em noticiários na tv, nos jornais ou na internet. Nesse primeiro post sobre o assunto vamos buscar uma definição ou significado para esse tema.

Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem da Organização das Nações Unidas: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos. Normalmente o conceito de direitos humanos tem a idéia também de liberdade de pensamento e de expressão, e a igualdade perante a lei.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

EVOLUÇÃO POLÍTICA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO





+ dicas de História visando o Concurso Soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro 2010.


Segundo o Professor Fábio Paiva (HISTÓRIA - CURSO MORSE) será importante para o candidato conhecer a Evolução Política da Cidade do Rio de Janeiro.